A Anvisa abriu uma nova frente no mercado de suplementos ao proibir, em 25 de maio de 2026, a comercialização de produtos da marca Now Foods no Brasil.
A medida atinge itens divulgados como apoio a humor, memória, saúde feminina e controle metabólico, temas que costumam atrair consumidoras em busca de vitaminas e compostos nutricionais.
Segundo a agência, os produtos vinham sendo ofertados pela internet sem registro, notificação ou cadastro sanitário, o que elevou o alerta em um setor já pressionado por fiscalizações recentes.
O que a Anvisa decidiu sobre os produtos da Now Foods?
A decisão foi publicada no domingo, 25 de maio, e determinou apreensão, proibição de venda, distribuição, fabricação, importação e uso dos itens alcançados pela resolução.
De acordo com a apreensão de 23 produtos da marca Now Foods, a responsabilidade comercial citada pela agência é da Uptown Comércio e Serviços Ltda.
Na lista aparecem fórmulas com apelo de suplemento, mas enquadradas pela agência como medicamentos irregulares para o mercado brasileiro.
- Multivitamínico Mulheres
- Mood Support
- Alpha GPC
- Brain Elevate
- Beta-Sitosterol Plant
- Silica Complex
O caso se destaca porque envolve um produto diretamente ligado ao universo das vitaminas, mas inserido em uma decisão mais ampla de vigilância sanitária.
| Ponto | Dado principal | Data | Impacto |
|---|---|---|---|
| Órgão | Anvisa | 25/05/2026 | Fiscalização nacional |
| Marca atingida | Now Foods | 25/05/2026 | Venda proibida |
| Total citado | 23 produtos | 25/05/2026 | Apreensão determinada |
| Item de apelo vitamínico | Multivitamínico Mulheres | 25/05/2026 | Uso e comércio barrados |
| Motivo central | Sem registro ou cadastro | 25/05/2026 | Risco regulatório |

Por que essa notícia importa para quem compra vitaminas?
Porque o episódio reforça um recado simples: nem todo produto vendido como suplemento está regular no país, mesmo quando usa linguagem técnica ou embalagens conhecidas.
No texto oficial, a agência afirma que os itens eram anunciados online apesar de não possuírem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, base jurídica da restrição.
Para a consumidora, isso pode significar dificuldade para verificar composição, segurança, indicação correta e origem de fabricação.
O avanço do e-commerce ampliou a circulação de fórmulas com promessas para energia, foco, pele, cabelo, menopausa e imunidade, áreas onde vitaminas costumam ganhar forte apelo comercial.
- Promessa de benefício rápido
- Venda em marketplace
- Rótulo em outro idioma
- Ausência de regularização visível
- Indicação ampla demais para vários sintomas
Como essa decisão se conecta a outras mudanças no setor?
A proibição ocorre poucas semanas após outra movimentação regulatória relevante no mercado de suplementos, agora voltada à composição e rotulagem.
Em abril, a Anvisa informou novos limites e advertências para suplementos com cúrcuma, citando risco potencial de danos ao fígado em determinadas formulações.
Embora o tema seja diferente, o sentido é o mesmo: a agência está combinando revisão de regras com ações de fiscalização e retirada de produtos considerados irregulares.
Esse movimento amplia a pressão sobre empresas, importadores e vendedores digitais que atuam no segmento de vitaminas, extratos vegetais e compostos nutricionais.
O que consumidoras devem observar antes de comprar?
A orientação prática é desconfiar de anúncios que misturam linguagem de suplemento, medicamento e promessa estética em uma mesma oferta.
Também ajuda verificar se o produto informa fabricante, importador, categoria correta e canais oficiais de atendimento.
- Conferir se há identificação completa do responsável
- Evitar compra impulsiva por promessa de resultado amplo
- Ler advertências e público indicado
- Buscar orientação profissional em casos de uso contínuo
No público feminino, esse cuidado pesa ainda mais em fases como menopausa, gestação, vegetarianismo e rotinas de cansaço persistente, quando a busca por suplementação costuma crescer.
O Manual de Atenção às Mulheres na Transição Menopausal e Menopausa, atualizado pelo Ministério da Saúde em 31 de março de 2026, reforça que suplementação de cálcio e vitamina D deve ser indicada após avaliação individual.
Em outras palavras, a notícia desta semana não trata só de uma marca. Ela mostra que o mercado de vitaminas segue sob escrutínio e que compra segura depende de informação, regularidade e cautela.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Hariane Garcia.
O Vitaminas Essemciais reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.
Sobre o Autor:
Editor: Hariane Garcia
Transparência: Política Editorial | Política de Uso de IA | Política de Correções | Contato
Veja mais conteúdos interessantes em nosso site ou conheça também nossa página do Facebook:

Notícias Relacionadas