A Anvisa abriu uma nova frente de fiscalização no mercado de vitaminas e suplementos ao determinar a apreensão do Rejuvita 30 ml e o recolhimento de produtos da Mayben Pharmaceutical.
A medida foi publicada em 28 de maio de 2026 e atinge itens vendidos como apoio à saúde, energia e reposição nutricional, incluindo fórmulas com cálcio e vitamina D.
Para consumidores da Zona Sul, o impacto é direto porque esses produtos costumam circular em farmácias, marketplaces e lojas de suplementação com apelo de bem-estar e prevenção.
O que a Anvisa proibiu nesta nova ação?
Segundo a agência, o Rejuvita 30 ml teve apreensão determinada por apresentar indícios de irregularidade sanitária e alegações que não são permitidas para suplemento alimentar.
No material de divulgação, o produto aparecia com promessas como ação anti-idade, renovação profunda da pele e até definição de “dermocosmético oral”.
A própria Anvisa informou que a venda, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso do produto foram proibidos.
No mesmo pacote, a agência também suspendeu todos os suplementos fabricados pela Mayben Pharmaceutical após inspeção sanitária identificar falhas graves de fabricação.
- Rejuvita 30 ml
- Lactben
- Lactulose Nativida
- Calcioben D
- Calcioben
- Aqualev
| Produto ou empresa | Medida | Motivo principal | Data informada |
|---|---|---|---|
| Rejuvita 30 ml | Apreensão e proibição | Alegações irregulares | 28/05/2026 |
| Rejuvita Ltda | Suspensão de venda e propaganda | Informação enganosa | 28/05/2026 |
| Mayben Pharmaceutical | Recolhimento total | Falhas graves de fabricação | 28/05/2026 |
| Calcioben D | Suspensão de uso | Origem em fabricante autuado | 28/05/2026 |
| Aqualev | Suspensão de circulação | Problemas em boas práticas | 28/05/2026 |

Por que a decisão pesa no mercado de vitaminas?
O caso chama atenção porque envolve produtos posicionados na rotina de autocuidado, um segmento que cresceu com promessas de imunidade, disposição, emagrecimento e envelhecimento saudável.
No caso da Mayben, a inspeção encontrou problemas como matérias-primas vencidas, falhas de rastreabilidade, equipamentos danificados e deficiência de higiene no processo produtivo.
Essas falhas elevam o risco para quem compra suplementos confiando apenas na embalagem, no marketing digital ou em anúncios que tentam transmitir segurança regulatória.
Em reportagens recentes, especialistas reforçaram que a suplementação só tende a trazer benefício quando existe deficiência comprovada, e não como aposta automática para qualquer queixa.
- Desconfie de promessas estéticas em suplemento alimentar
- Verifique fabricante, lote e rotulagem
- Evite compra por impulso em redes sociais
- Guarde nota fiscal para eventual troca ou denúncia
Como isso afeta consumidores da Zona Sul?
Bairros como Santo Amaro, Saúde, Jabaquara, Campo Limpo e Vila Mariana concentram farmácias, lojas de produtos naturais e forte entrega por aplicativo.
Na prática, isso acelera a circulação de suplementos de apelo rápido, principalmente os associados a beleza, energia e imunidade, categorias nas quais a checagem do consumidor costuma ser menor.
Para quem vive na região, o alerta é simples: produto com discurso milagroso ou “aprovado” sem comprovação clara merece verificação imediata antes da compra.
O histórico recente da vigilância mostra que o cerco aos suplementos e alimentos clandestinos foi ampliado em 2026, com foco em regularização, rotulagem e segurança sanitária.
O que fazer se o produto estiver em casa?
A recomendação prática é interromper o uso até confirmar se o item integra as medidas sanitárias publicadas pela agência.
Também vale conferir cuidadosamente nome comercial, fabricante e apresentação, porque produtos semelhantes podem ter circulação paralela em canais digitais.
Se houver reação adversa, o mais prudente é procurar atendimento médico e levar a embalagem para facilitar a avaliação clínica e sanitária.
- Separe embalagem, lote e comprovante de compra.
- Confirme se o produto aparece na medida da Anvisa.
- Interrompa o consumo até orientação profissional.
- Acione o ponto de venda para troca ou informação.
- Faça denúncia à vigilância sanitária se houver suspeita adicional.
A nova ofensiva mostra que o debate sobre vitaminas em 2026 vai além da suplementação em si. O centro da notícia agora é a confiança do consumidor diante de um mercado ainda vulnerável a propaganda enganosa e fabricação irregular.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Hariane Garcia.
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Sobre o Autor: Hariane Garcia é Nutricionista Clínica e Esportiva, atuando como Personal Diet para atletas, praticantes de atividade física e famílias. Desenvolve estratégias nutricionais personalizadas, com foco em alimentação saudável, performance, equilíbrio nutricional e bem-estar.
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