Imagem de vitaminas em frascos, destacando alerta da Anvisa para 2026

Últimas notícias sobre vitaminas: Anvisa apreende Rejuvita em 2026

Publicado por Hariane Garcia em 31 de maio de 2026 às 08:43. Atualizado em 2 de junho de 2026 às 00:06.

A Anvisa publicou em 28 de maio uma nova ofensiva contra suplementos irregulares e atingiu produtos que envolvem nutrientes conhecidos do consumidor, como cálcio e vitamina D.

A medida mais recente não repete os casos já noticiados de março e abril. Desta vez, o foco recaiu sobre a empresa Mayben Pharmaceutical Ltda e sobre um produto líquido chamado Rejuvita 30 ml.

Segundo a agência, as sanções incluem recolhimento, apreensão e suspensão de fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso. O movimento amplia a pressão regulatória sobre o mercado de suplementação em 2026.

Índice
  1. O que a Anvisa proibiu agora?
  2. Por que produtos com vitaminas entraram na mira?
  3. O que esse caso sinaliza para o mercado?
  4. Como a consumidora pode reagir a esse tipo de notícia?

O que a Anvisa proibiu agora?

De acordo com medidas publicadas pela Anvisa em 28 de maio de 2026, o órgão determinou a apreensão do Rejuvita 30 ml, fabricado pela Rejuvita Ltda.

O produto era divulgado como suplemento alimentar líquido. Para a agência, porém, havia indícios de irregularidade sanitária e mensagens capazes de induzir o consumidor a erro.

A Anvisa citou expressões promocionais como “anti-idade”, “renovação profunda da pele” e “dermocosmético oral”. Também apontou como enganosa a afirmação de que o item seria “100% regularizado e aprovado”.

No mesmo pacote, a agência mandou recolher todos os suplementos fabricados pela Mayben Pharmaceutical Ltda. Entre eles, aparece um produto em comprimidos à base de cálcio e vitamina D, da marca Calcioben D.

  • Rejuvita 30 ml: apreensão e proibição de uso
  • Calcioben D: recolhimento de todos os lotes
  • Calcioben: suspensão das atividades ligadas ao produto
  • Aqualev: inclusão na lista de itens sancionados
Produto Empresa Medida Motivo central
Rejuvita 30 ml Rejuvita Ltda Apreensão Alegações irregulares
Calcioben D Mayben Pharmaceutical Recolhimento Falhas de fabricação
Calcioben Mayben Pharmaceutical Suspensão Estrutura inadequada
Aqualev Mayben Pharmaceutical Suspensão Rastreabilidade falha
Lactben/Lactulose Nativida Mayben Pharmaceutical Recolhimento Boas práticas insuficientes
Diversas vitaminas em frascos, destacando as últimas notícias sobre vitaminas e saúde
Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial

Por que produtos com vitaminas entraram na mira?

A notícia chama atenção porque envolve suplementos associados a rotina de saúde, ossos e envelhecimento. Itens com vitamina D e cálcio costumam circular amplamente em farmácias e no comércio eletrônico.

No caso da Mayben, a Anvisa relatou que uma inspeção feita em 25 e 26 de abril encontrou falhas graves nas Boas Práticas de Fabricação.

Entre os problemas descritos estavam limpeza inadequada, controle insuficiente de temperatura e umidade, exaustão ineficiente, equipamentos danificados e uso de matérias-primas vencidas.

A agência ainda mencionou mistura indevida entre linhas de produção, ausência de lavatórios adequados, falhas de rastreabilidade e uso de embalagens consideradas impróprias.

  • Estrutura física inadequada
  • Controle sanitário insuficiente
  • Matérias-primas vencidas
  • Problemas de rastreabilidade
  • Risco de desvio entre rótulo e conteúdo

O que esse caso sinaliza para o mercado?

O episódio reforça que o debate sobre vitaminas em 2026 não está restrito a novas alegações ou lançamentos. A fronteira mais sensível virou a qualidade real do produto entregue ao consumidor.

Em outro processo recente da própria agência, um voto técnico sobre suplementos irregulares registrou até superdosagem de vitamina A em 798% do valor declarado, além de alerta para risco de toxicidade.

Esse dado não se refere à Mayben, mas mostra o contexto mais amplo da fiscalização: quando controles falham, vitaminas deixam de ser apenas promessa de bem-estar e passam a representar risco sanitário concreto.

Ao mesmo tempo, a agência discute atualização técnica para ingredientes autorizados em alimentos. Uma minuta recente prevê regras de identidade, pureza e composição para ingredientes usados em suplementos.

Como a consumidora pode reagir a esse tipo de notícia?

Para quem usa suplementos com vitaminas e minerais, o caso sugere cautela extra antes da compra, especialmente em produtos divulgados com linguagem estética, terapêutica ou milagrosa.

A primeira checagem é observar se o fabricante está claramente identificado. A segunda é desconfiar de promessas exageradas, principalmente quando o rótulo mistura apelo cosmético com discurso de aprovação oficial.

Também ajuda guardar nota fiscal, lote e embalagem. Em situações de recolhimento, esses dados facilitam a interrupção do uso e a busca por orientação profissional.

  1. Verifique fabricante e lote
  2. Desconfie de promessas anti-idade ou curativas
  3. Evite compra por propaganda agressiva
  4. Procure orientação de profissional de saúde

O avanço mais recente da Anvisa, portanto, muda o ângulo das notícias sobre vitaminas no fim de maio de 2026: mais do que tendência de consumo, o tema voltou ao centro da vigilância sanitária nacional.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Hariane Garcia.

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Sobre o Autor: Hariane Garcia é Nutricionista Clínica e Esportiva, atuando como Personal Diet para atletas, praticantes de atividade física e famílias. Desenvolve estratégias nutricionais personalizadas, com foco em alimentação saudável, performance, equilíbrio nutricional e bem-estar.

Editor: Hariane Garcia

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Hariane Garcia é Nutricionista Clínica e Esportiva, atuando como Personal Diet para atletas, praticantes de atividade física e famílias. Desenvolve estratégias nutricionais personalizadas, com foco em alimentação saudável, performance, equilíbrio nutricional e bem-estar.

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